AUDÍSIO BATISTA VENÂNCIO¹
venancio.prof.historia@gmail.com
FIGURA I: Bisão da Caverna de Altamira, na Espanha
O
labor deste trabalho acadêmico visa a compreensão dos sítios rupestre da África
Austral, trabalhando quatro países do continente africano: Namíbia, Botsuana,
Zimbabue e África do Sul, contudo percebendo com maior rigor analítico os dois países
como a África do Sul e a Botsuana ao trazer como escopo cotidiano desses atores
pré-históricos as especificidades sociais religiosas e climáticas na região
supracitada.
Palavras chaves: África Austral, clima, sociedade, xamanismo, Pré-história
INTRODUÇÃO:
Como podemos compreender os sítios rupestre a
partir da integração entre os comportamentos humanos materializados nas paredes
rochosas, a região em que estão inseridos e as características do meio
ambiente?
Guedes
(2023) pontua que o trabalho acadêmico será discorrido a partir de quatro
países do continente africano são eles: Namíbia, Botsuana, Zimbábue e África do
Sul, contudo as três primeiras regiões apresentam uma arte rupestre natural,
representado através dos painéis a locomoção desses povos ao longo curso do
seus cotidianos, nas pinturas estão gravuras de animais e de pessoas, fato a
ser levado em consideração é que os animais ali pintados não são de qualquer
espécie, e sim, alguns em especiais escolhidos pelos seus pintores, sendo povos
de pastoreios com habilidade de domesticar animais. E, no contexto África do
Sul, Guedes profere (2023) que este país se tratando de arte rupestre ascende
em relação aos demais países do continente africano e os sítios arqueológicos
configuram um ambiente místico, devido a exploração do culto xamânico, obstante
segue duas linhas de análises quantitativas, uma que segue etnologia e outra
que interpreta uma ótica filosófica ao perceber as imagens a partir da teoria
dos rituais do xamanismo. Sendo assim, costurando um comparativo foi abordado o
espaço rupestre em Botsuana que os painéis mostram: um parco olhar para o
sagrado e são tenazes ao social, aos quais questões sociais são lidas pela
percepção das vidas de grupos étnicos nômades, caçadores e suas construções
comunitárias, organizações da sociedade onde estavam inseridos e a influência
deste modo de vida no clima e na geografia local. E, tratando-se de uma maior
abordagem ao encadeamento teórico do segmento climático Guedes
(2023) dialoga com a Namíbia se referido a esta localidade como um bom
local para o desenvolvimento da vida humana e das demais espécies de seres
vivos, por conta, da sua cadeia geográfica ao que rege recurso naturais, tais
como lagoas e sistema natural de reserva, a exemplo destaque visual para as
cadeias de montanhas Guedes (2023) cita a Montanha denominada Daureb, onde está
locada um agrupamento de sítios arqueológicos considerável.
REFERERÊNCIA
BIBILOGRÁFICA:
ARTREF (2025). Bisão da Caverna de Altamira, na Espanha. Disponível em: < https://arteref.com/movimentos/o-que-e-a-arte-rupestre-e-quais-sao-as-suas-caracteristicas/> acesso em: 31 mai. 2026, 19h
GUEDES
(2023). Arte rupestre no contexto africano; vídeo aula (meet) Disponível
em: < https://drive.google.com/drive/folders/1HQ7KKXe0iAhf5zyD824YdZqTawXvtUAi >acesso
em: 27 nov. 2023, às 11h24
- Audísio Batista Venâncio é pesquisador e professor de história na Secretaria de Educação do Estado de São Paulo - SEDUC/SP. Licenciado em história pela UNIVERSIDADE METROPOLITANA DE SANTOS (UNIMES), especialista lato sensu em: As Áfricas e suas diásporas e em Filosofia Educação pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO (UNIFESP), e na UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC (UFABC) especializou-se em: História da Ciências, Educação e Sociedade e em Educação Especial e Inclusiva e na FACULDADE DE CARAPICUÍBA (FALC) em Direito Educacional.

Deixe seu comentário.