Flotilha de Submersíveis (1914) - F1 F3 E F5

Flotilha de Submersíveis (1914) - F1 F3 E F5
Fonte: Poder Naval, 2009

Diário de um Hilotas Contemporâneo

Como podemos compreender os sítios rupestre a partir da integração entre os comportamentos humanos materializados nas paredes rochosas, a região em que estão inseridos e as características do meio ambiente?

AUDÍSIO BATISTA VENÂNCIO¹

venancio.prof.historia@gmail.com 

FIGURA I: Bisão da Caverna de Altamira, na Espanha


Fonte: artref, 2025

RESUMO:

O labor deste trabalho acadêmico visa a compreensão dos sítios rupestre da África Austral, trabalhando quatro países do continente africano: Namíbia, Botsuana, Zimbabue e África do Sul, contudo percebendo com maior rigor analítico os dois países como a África do Sul e a Botsuana ao trazer como escopo cotidiano desses atores pré-históricos as especificidades sociais religiosas e climáticas na região supracitada.

Palavras chaves: África Austral, clima, sociedade, xamanismo, Pré-história

INTRODUÇÃO:

Como podemos compreender os sítios rupestre a partir da integração entre os comportamentos humanos materializados nas paredes rochosas, a região em que estão inseridos e as características do meio ambiente?

Guedes (2023) pontua que o trabalho acadêmico será discorrido a partir de quatro países do continente africano são eles: Namíbia, Botsuana, Zimbábue e África do Sul, contudo as três primeiras regiões apresentam uma arte rupestre natural, representado através dos painéis a locomoção desses povos ao longo curso do seus cotidianos, nas pinturas estão gravuras de animais e de pessoas, fato a ser levado em consideração é que os animais ali pintados não são de qualquer espécie, e sim, alguns em especiais escolhidos pelos seus pintores, sendo povos de pastoreios com habilidade de domesticar animais. E, no contexto África do Sul, Guedes profere (2023) que este país se tratando de arte rupestre ascende em relação aos demais países do continente africano e os sítios arqueológicos configuram um ambiente místico, devido a exploração do culto xamânico, obstante segue duas linhas de análises quantitativas, uma que segue etnologia e outra que interpreta uma ótica filosófica ao perceber as imagens a partir da teoria dos rituais do xamanismo. Sendo assim, costurando um comparativo foi abordado o espaço rupestre em Botsuana que os painéis mostram: um parco olhar para o sagrado e são tenazes ao social, aos quais questões sociais são lidas pela percepção das vidas de grupos étnicos nômades, caçadores e suas construções comunitárias, organizações da sociedade onde estavam inseridos e a influência deste modo de vida no clima e na geografia local. E, tratando-se de uma maior abordagem ao encadeamento teórico do segmento climático Guedes (2023) dialoga com a Namíbia se referido a esta localidade como um bom local para o desenvolvimento da vida humana e das demais espécies de seres vivos, por conta, da sua cadeia geográfica ao que rege recurso naturais, tais como lagoas e sistema natural de reserva, a exemplo destaque visual para as cadeias de montanhas Guedes (2023) cita a Montanha denominada Daureb, onde está locada um agrupamento de sítios arqueológicos considerável.

REFERERÊNCIA BIBILOGRÁFICA:

ARTREF (2025).  Bisão da Caverna de Altamira, na Espanha. Disponível em: < https://arteref.com/movimentos/o-que-e-a-arte-rupestre-e-quais-sao-as-suas-caracteristicas/> acesso em:  31 mai. 2026, 19h

GUEDES (2023). Arte rupestre no contexto africano; vídeo aula (meet) Disponível em: < https://drive.google.com/drive/folders/1HQ7KKXe0iAhf5zyD824YdZqTawXvtUAi >acesso em:  27 nov. 2023, às 11h24

 

  • Audísio Batista Venâncio é pesquisador e professor de história na Secretaria de Educação do Estado de São Paulo - SEDUC/SP. Licenciado em história pela UNIVERSIDADE METROPOLITANA DE SANTOS (UNIMES), especialista lato sensu em: As Áfricas e suas diásporas e em Filosofia Educação pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO (UNIFESP), e na UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC (UFABC) especializou-se em: História da Ciências, Educação e Sociedade e em Educação Especial e Inclusiva e na FACULDADE DE CARAPICUÍBA (FALC) em Direito Educacional.

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