Flotilha de Submersíveis (1914) - F1 F3 E F5

Flotilha de Submersíveis (1914) - F1 F3 E F5
Fonte: Poder Naval, 2009

Diário de um Hilotas Contemporâneo

Ressonâncias patrimoniais africanas: identidade, história e políticas de representação.

AUDÍSIO BATISTA VENÂNCIO¹

venancio.prof.historia@gmail.com

                                               FIGURA I - História da África

                HISTÓRIA DO MUNDO, 2024

O argumento tenaz para M’ Bukolo (2024) em seu proferimento no You tube, no canal da EBC na rede (05:07) é justificar que não há contra-argumento que comprove a justificativa de ceifar a liberdade de uma determinada população, para análise textual corrobora a leitura do poema de Birago Diop, aos quais será visitado os pontos da diáspora e da história africana, a identidade étnica dos povos africanos e o patrimônio material e imaterial. A ideia de partida é sustentar a refutação de M’ Bukolo (2024), em pluridisciplinaridade ao tratar de um pensamento continental, pois sua cultura e seu patrimônio histórico é vastíssimo, seja material ou imaterial, o historiador M’ Bukolo (2024) afirma (09:48) que deve ser estudado o continente africano a partir da abordagem em saberes de filosofia, antropologia, etimologia, etnologia, sociologia, geografia, história etc, assim será percebido a contribuição da história e da cultura africana desde o início da humanidade e ao redor do mundo, mitigando o eurocentrismo e a ideia que a África remete apenas a uma ideia de etnias tribais, haja vista, pontuadas por teses antigas do século XVIII e XIX, que apresentavam uma África desconexa da cultura e da intelectualidade mundial, sendo assim, M’ Bukolo (2024) frisa (12:45) que a história da África deve ser contada de dentro para fora, promovendo a afro epistemologia.

Em análise comparativa ao posicionamento ideológico de M’ Bukolo (2024) e o poema de Diop (s.d) são afins na contextualizações da pluridisciplinaridade nos verso de Diop (s.d), ao tecer os traços que discorrem os pontos sociológicos e naturais, perceptivos na expressão “O Destino dos nossos mortos que não estão mortos“, remete ao abandono da história da África, da cultural, de sua  intelectualidade e o subdesenvolvimento anômico neste continente, nos substantivos água, terra, entre outros, propaga o vasto Patrimônio natural e territorial.]


FONTES DE CONSULTAS EM SÍTIOS VIRTUAIS:


Historiador Elikia M'Bokolo fala sobre legados civilizatórios da África, EBC 2012. 1 vídeo (28:01 min). Disponível em: Historiador Elikia M'Bokolo fala sobre legados civilizatórios da África (youtube.com) acesso em: 17 ago. 2024.

Ressonâncias Patrimoniais africanas: histórias e políticas de representação. UAB UNIFESP 2024. 1 vídeo (1:59:46). Disponível em: Aula 1: Ressonâncias Patrimoniais Africanas: História e Políticas de Representação (youtube.com)acesso em: 10 ago. 2024.

Sopros/Souffles, Birago Diop (versão Julio Moracen Naranjo). Disponível em: DIOP, BIRAGO. Poema - Díaspora da África ......pdf acesso em: 17 ago. 2024.


 Audísio Batista Venâncio é pesquisador e professor de história na Secretaria de Educação do Estado de São Paulo - SEDUC/SP. Licenciado em história pela UNIVERSIDADE METROPOLITANA DE SANTOS (UNIMES), especialista lato sensu em: As Áfricas e suas diásporas e em Filosofia Educação pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO (UNIFESP), e na UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC (UFABC) especializou-se em: História da Ciências, Educação e Sociedade e em Educação Especial e Inclusiva e na FACULDADE DE CARAPICUÍBA (FALC) em Direito Educacional.


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